CSN fecha com chineses em cimentos e pede antecipação aos bancos
Companhias vinham negociando com exclusividade e assinatura foi feita neste sábado, apurou o Pipeline; Huaxin se torna a segunda maior fabricante do país
A CSN confirmou, em reunião de sábado, a assinatura de contrato que transfere sua subsidiária de cimentos para a empresa chinesa Huaxin, com divulgação oficial prevista para o domingo.
A negociação, mantida em caráter exclusivo desde 30 de outubro, teve seu prazo encerrado no início da próxima semana. Huaxin avaliou a operação em R$ 12,7 bilhões, valor que superou a oferta do consórcio concorrente composto por Cementir e Votorantim.
A transação representa o passo mais significativo do plano de desalavancagem da CSN. Devido ao intervalo entre a assinatura e o fechamento definitivo, o grupo liderado por Benjamin Steinbruch já solicitou aos bancos uma antecipação dos recebíveis, visando acelerar o acesso ao capital, segundo informações internas.
Para garantir a operação, a CSN firmou financiamento com o Morgan Stanley e o Banco do Brasil, reforçado pela promessa da venda da unidade de cimentos.
A empresa iniciou a produção de cimento em 2009 no Rio de Janeiro, comprou a Elizabeth Cimentos em 2021 e a LafargeHolcim em 2022, integrando unidades de produção, moagem e reservas de calcário, o que a posicionou como a segunda maior produtora de cimentos do país.
O assunto foi destaque em 08 de novembro de 2026 às 06:20 e integra a cobertura de Brasil do Rio Warzone Notícias. A informação tem origem em Pipeline.
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A informação foi divulgada originalmente por Pipeline em 08 de novembro de 2026 às 06:20.
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